terça-feira, 20 de novembro de 2012

Relato Reflexivo do grupo sobre o final do curso


Fazer o Curso oferecido pela SEE foi muito enriquecedor, pois só teve a acrescente em nosso currículo.

As experiências obtidas aqui nosso levaremos a nossa prática do dia a dia em sala de aula e passaremos aos colegas que não tiveram essa oportunidade e os incentivaremos para que possam fazer no futuro, pois é muito gratificante.

Enfrentamos algumas barreiras ao realizar nossas atividades, mas nada que ficássemos e deixássemos sem realizá-las, isso mostra a todos que as dificuldades são vencidas com persistência e com o apoio de todos, assim como tivemos.

Agradecemos a todos e a Elida por nos ajudar e incentivar nas dificuldades para que não desistíssemos.

Só temos a dizer: Valeu a pena cegar até aqui e dizer conseguimos superar as dificuldades.

Lembrando que dificuldades são para os que não tem coragem de enfrentar as barreiras e no final dizer: Vencemos!

 

Relato Reflexivo sobre o curso

Olá pessoal!


Deixo aqui o meu relato.


Bom, este é meu 3º curso online pela SEE. Amei fazê-lo, pois aprendi muitas coisas as quais vou levá-las para sala de aula. Pude trocar ideias e muitas delas serão coladas em práticas não somente em sala de aula, mas também em meu dia a dia.


Fazer o Blog foi um desafio, ainda mais em grupo online, sem conhecer os colegas de grupo. Para mim seria impossível. Mas depois de pronto, superei o desafio e já falei para meus alunos que no próximo ano trabalharemos com Blog.


Trabalhar sobre os gêneros textos, para quem não é da área é um tanto difícil. Porém não impossível, e assim consegui conclui mais uma etapa do curso.


Em todos os módulos as ideias dos colegas cursistas contribuíram muito e o apoio da tutora Élida nem se fala, pois ela tirou minhas dúvidas em todos os momentos em que necessitei.


Com certeza sentirei falta dessa turma, principalmente da Rosenete e da Inês que fazem parte do meu grupo. Espero encontrar todos em outros cursos e com a Élida como tutora.


Só tenho que agradecer a todos pela colaboração e também parabenizá-los pela iniciativa e persistência para chegar a reta final.


Inês, Rosenete e Élida vocês já estão guardadas em meu coração. Deus abençoe grandiosamente a vocês e a família.


Parabéns a todos.

Relato Reflexivo - Experiências vivenciadas ao longo do Curso "Leitura e Escrita na Contemporaneidade"

Fiz a minha inscrição do curso em meio a muita esperança em querer aprender algo novo, compartilhar experiências, etc,  e também incentivada pelas colegas de trabalho, que já participavam de outros cursos a distância, como Curso de Formação Específica do Concurso Público PEB-II 2011 e 2012, Internet Segura e entre outros. Dando início ao Curso Leitura e Escrita na Contemporaneidade, em meio a muitas expectativas em relação a leitura e escrita no nosso cotidiano de sala de aula, e já nas primeiras atividades, senti uma vontade de desistir por não conseguir realizá-la a tempo e  por ser em um ambiente virtual, a qual não dominava muito bem. Passado alguns dias, aquele angústia, medo, ..., principalmente nas primeiras atividades do Módulo 1, foi passando, mas realizei  com certa desconfiança e de algo estar errado. Fui percebendo aos poucos, que de alguma forma, o curso poderia contribuir em muito, em se tratando de Leitura e Ecrita, já que é condição para desenvolvimento de conteúdos de todas as áreas do conhecimento, a interação entre os colegas nos fóruns, e iniciando o Módulo 2, aquela insegurança que tinha, percebi que foi desaparecendo aos poucos,  que já sabia utilizar as ferramentas necessárias para a realização das atividades propostas. Confesso ainda, que o  maior desafio neste curso foi a construção do blog, pois nem imaginava como se processaria a tal atividade, quanto mais em postar algumas tarefas. E neste módulo, o primeiro texto escrito foi sobre a experiência pessoal de leitura me fêz recordar dos momentos bons de quando começamos a viajar pelo mundo fascinante da leitura, reviver com comentários positivos em relação a “Cartilha Caminho Suave” da época de alfabetização inicial, posso falar do quanto foi “bom”,e da troca de experiências vivenciadas no grupo.  Fui chegando aos poucos, incentivada e sendo assim me senti muito bem e estimulada em participar dos fóruns com mais segurança, compartilhar experiências com nossos colegas de grupo, postar as atividades no blog, interagir com os colegas. E no módulo 3 – a escrita em diferentes gêneros, como a produção de texto: Um Interrogatório, que para mim é e foi uma novidade, esta produção textual, visto que não sou da área de códigos e linguagens, muito me  surpreendi  nesta atividade  e no módulo 4 – Capacidades de Leitura -  o texto lido e relidos  por várias vezes, de Roxane Rojo, para a realização da questão discursiva, e de outros textos ao longo do curso como de Magda Soares, Vídeo do Professor Simão Pedro P. Marinho, e entre outros, contribuiram em muito, proporcionando um conhecimento maior, refletindo sobre a necessidade e a  importância da mudança no cotidiano escolar,  da  prática pedagógica com relação aos procedimentos e capacidades de leitura e escrita, visando a competência leitora e escritora. Outra questão importante,  é que se faz necessária o (re)planejamento e articulação do  trabalho com as tecnologias, pois são instrumentos que promovem e viabilizam ambientes interativos de aprendizagem, aluno – aluno e aluno – professor,  um ensinar compartilhado.
O curso representou para mim um grande desafio diante da leitura e escrita, no trabalho em grupo, na participação,  discussão e construção do blog, etc. Deixo aqui registrado, o quanto é  importante a participação em um curso de formação à distância, a interatividade dos profissionais da educação, pois estamos  vivenciando um novo paradigma o “contexto digital”  e os  agradecimentos,  a nossa tutora Élida que tanto conhecimento nos proporcionou e aos colegas cursistas  que participaram e compartilharam  as ou das expriências enriquecedoras de leitura e escrita.
 Hoje, ao final do Módulo 4, digo que valeu a pena ter feito a inscrição e concluído  o  Curso: Leitura e Escrita na Contemporaneidade.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Relato das experiências vivenciadas durante o curso de Leitura e Escrita na Contemporaneidade - 2ª edição - 2012


No módulo I não tive muita dificuldade, já havia participado de outro curso online; só precisava me ajustar às ferramentas de trabalho. Elaborar o perfil e bisbilhotar pelo facebook foi fácil; pesquisar os sites de compras com questões abertas e fechadas foi bem interessante. Particularmente eu ainda tenho medo desse sistema de compras.
Não consegui acessar a entrevista com o Prof. Simão Pedro, nem o Fale Conosco resolveu o problema; então pesquisei na web e consegui um texto que norteava suas ideias principais. Considerei como objetivo de aprendizagem sua afirmação: faz-se necessário que (os professores) dominem as novas ferramentas de aprendizagem, como a internet, a fim de garantir que quem esteja no centro da sala de aula seja o professor e não a tecnologia.
No módulo II, chamou-me a atenção a diversidade de experiências sobre leitura e escrita; percebi que as pessoas que gostam de ler têm mais fluência com as palavras, seus relatos são mais rebuscados (Marilena Chauí, Antonio Cândido, Rubem Alves, por exemplo); já Nina Horta me surpreendeu com essa frase: “Muitas vezes deixei de ver ou de viver coisas concretas porque estava lendo sobre elas” – haverá paixão maior pela leitura? Acho que não.
Já a criação do blog foi um desafio. Eu cumpri todas as orientações: completei as informações do perfil, fiz meu depoimento sobre leitura e escrita (uma viagem ao passado, diga-se de passagem!), colaborei com o texto de apresentação das atividades; porém, não conseguia postar. Precisei buscar ajuda para resolver o problema. Valeu o desafio...
No módulo III, as diferenças entre gêneros me surpreenderam. Adorei a sugestão de criar uma situação e adaptá-la para uma conversa telefônica, um interrogatório, notícia de jornal ou crônica. Dessa forma, ficou claro as características de cada um e os colegas esbanjaram criatividade! Meu gênero foi o interrogatório, a princípio me assustei. Nunca presenciei uma situação de assassinato, como a atividade sugeria. Pesquisei na internet, e, de posse de um modelo, criei o meu. Aí ficou fácil e, ao ler os temas dos colegas pude assimilar melhor o exercício.
No módulo IV, sobre letramento e capacidades de leitura, chamou-me a atenção os dois tipos de exercícios, pois exemplificaram a diferença entre contextualizar um tema e checar sua compreensão. Dessa forma foi-me possível analisar os tipos de atividades que aplico e melhorá-los. Também facilitou a compreensão de atividades da apostila do aluno que traziam perguntas introdutórias e antes eu não entendia o objetivo. Questionar os parentes sobre assuntos vivenciados foi uma forma de agregar conhecimento e participação no triângulo escola-aluno-família.
Fazer esse curso foi ótimo, a parte que mais gostei foram as interações no fórum. Aprendi e contribui. E isso foi muito bom. Obrigada!

Acredito que essas experiências tenham se reportado à maioria dos colegas, que encararam os desafios e enfrentaram as dificuldades. A persistência aliada ao desejo de "crescer" em conhecimento e novas práticas de leitura vão influenciar a qualidade do ensino em nossas aulas - para melhor, com certeza! Que bom!!

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Texto: Acontecimentos dos fatos ocorrido no dia 26 de Outubro


O senhor  A. B.C., brasileiro, casado, portador do RG.nº 00000000-0 e CPF 000000000-00, testemunha do caso,  residente e domiciliado a Rua dos  AAA, nº 194, Quadra J - Bairro Conjunto Habitacional  São João, situado no município de P. P. – SP, relata que na noite do dia 26 de Outubro de 2012, por volta das 23h50min, quando chegava a  sua residência, deparou, na calçada junto a um portão de entrada com  um homem não identificado, com barbas, mal trajado e aparentando 45 anos de idade, caído. Ao descer do carro, percebi que o mesmo já não tinha sinais de vida. Procurei por socorro,  que imediatamente a vizinha da casa ao lado compareceu. Liguei para o Resgate do Corpo de Bombeiro e para o Distrito Policial  da Cidade que prontamente atenderam a ocorrência. Após a chegada das  viaturas da Policia Militar do Município, relatei os fatos ao Policial. No dia seguinte de manhâ, dirigindo  até a Delegacia de Polícia Civil para prestar o depoimento dos fatos ao Delegado de Policia, o Investigador  e ao Escrivão que estavam de plantão neste dia.
Segue  na integra do interrogatório e depoimento prestado pela testemunha.

Interrogatório Policial

D: Delegado         T: Testemunha
D:  Bom dia! 
T: Bom dia, senhor Delegado.
D: O seu documento, por favor?
T: O documento pode ser a CNH.
D: Sim
D: O seu nome completo?
T: Antonio Bol Cam
D: Qual é a sua idade?
T: 36 anos. Sou casado.
D: Qual é a sua profissão?
T: Construtor -  Pedreiro.
D: O seu endereço residencial.
T: Rua dos AAA, nº 194 - Quadra J – Bairro Conjunto Habitacional São João –  cidade de P. P./SP
D: Mora a quanto tempo nesta cidade?
T:  Faz 12 anos que moro nesta cidade. Vim de uma cidade pacata do interior do Estado da  Bahia em busca de melhores condições de vida para a minha família.
D: Nesta noite o Senhor Antonio se encontrava sozinho?
T: Não, estava chegando a minha casa em companhia dos meus familiares (esposa e dois filhos menores: de 05 e 07 anos).
D: Por que alguém deixaria um corpo de um indivíiduo na calçada da sua casa?
T: Não sei, nem tenho idéia.
D: O senhor tem inimigos no trabalho, vizinhança, parentes?
T: Relaciono muito bem com todas as pessoas que conheço, colegas de trabalho, funcionários de minha empresa, prestadores de serviço, carpinteiro, motorista de caminhão, familiares e vizinhos.
D: O senhor esperava por alguém?
T: Não. O motorista (funcionário de minha empresa)  que viria ontem à noite, mas me ligou dizendo que não poderia vir mais, porque tinha chovido muito e alagado o bairro onde mora.
D: O senhor pode relatar o que aconteceu exatamente nesta noite do dia 26 de Outubro?
T: Como hoje é aniversário de meu afilhado,  fui convidado para um jantar em companhia dos familiares e convidados. Saí da minha casa por volta das 18 horas, e retornando às 23 h 50 min
D: O que o senhor percebeu algo de errado ao chegar em sua casa?
T: Chegando a minha casa, percebi na calçada da  entrada do portão principal, um senhor de barba, mal trajado e não identificado  caído.
D: E o que  senhor fez em seguida?
T:Desci do carro e muito apavorado, gritei imediatamente pedindo por socorro. Aparecendo a vizinha da casa ao lado, também para verificar.
D: Continue ...
T: Levei um susto. Olhei para a  rua  e não vi ninguém nas imediações, tentei chamá-lo mas não respondeu, então me abaixei e o toquei, percebi que não reagiu aos estímulos.
D: Neste momento o senhor percebeu então que ele estava morto?
T: Não tinha nem idéia, pedi por socorro gritando, mas ninguém apareceu, fiquei tão nervoso e a primeira coisa que veio à mente foi ligar para o Resgate e a Polícia.
D: Além da polícia, o Senhor avisou mais alguém?
T: Não avisei ninguém, porque o Resgate do Corpo de Bombeiros e o  carro da Polícia chegaram após o chamado e encaminharam para Instituto Médico Legal, que ficou aguardando  para a perícia e após a liberação do corpo, no necrotério. No dia seguinte fui até a Delegacia de Polícia Cívil do município  para prestar depoimento.
D: O Senhor reconheceu a vítima?
T: Não. Nunca vi esse homem.
D: No momento em que o  Senhor percebeu a vítima,  a mesma apresentava algum ferimento em seu corpo?
T: Não percebi nenhum ferimento específico aparentemente, só vi que estava mal vestido, barbas sem fazer e com duas sacolas por perto que apresentava ser os pertences do individuo. Parecia também  que algo tinha acontecido a alguns minutos antes da minha chegada ao local.
D: Tem mais algum fato importante que o Senhor se lembra ou deseja destacar para ajudar nas investigações?
T: Ah! Não sei se é importante, mas ele estava como se estivesse acabado de sair de um barzinho próximo ao local do ocorrido, frequentado por pessoas que saem do trabalho de uma empresa terceirizada e moradores do bairro e adjacências. Fora isso, não lembro mais de nada, mas estou a disposição da polícia para esclarecimentos dos fatos e ajudar naquilo que for preciso.
Conclusão
Após os esclarecimentos dos fatos, o Senhor A. B. C., colocou-se à disposição da polícia no que for preciso para elucidação do fato e até nesse instante, às 11h da manhã, não foi localizado nenhum familiar da vítima e sequer houve registro de ocorrência do desaparecimento de alguma pessoa do sexo masculino, com barbas e mal vestido, conforme descrito pela testemunha no seu depoimento. Nada mais havendo a tratar,  neste momento, eu, Delegado de Polícia, assino o presente documento.
Ines H. S. Ishizaka

De uma brincadeira a um interrogatório


Em 30 de outubro de 2012, chegou uma informação muito séria ao Jornal Estadual que envolvia pais, alunos, professores, funcionários e direção. O único que não estava envolvido no caso era o coordenador pedagógico, pois se encontrava em uma reunião na Diretoria de Ensino. Quando ele chegou à escola, a confusão já estava formada. Esse fato ocorreu na cidade de Araraquara no interior de São Paulo a Rua Luís Sotrat, s/n.

O que ocorreu foi o seguinte:

Um aluno do ensino médio sofre de síndrome do pânico, começou a passar mal durante a aula de história.

O professor de História todo cauteloso, logo chamou um funcionário que passava pelo corredor e pediu para que encaminhasse o aluno à direção para que tomasse as medidas cabíveis. No momento em que o aluno está descendo a escada, desequilibrou e caiu saiu rolando escada abaixo.

O que seria um simples fato agravou-se.

A direção que sua vez, apenas deveria chamar os pais do aluno para buscar o filho na escola, teve que acionar o SAMU para socorrer o aluno. Imediatamente os pais desse aluno fora avisado, chegaram à escola acusando a todos de negligentes.

A partir daí começou um bate-boca, alunos que ouviram todo o barulho começaram a sair da sala de aula para verificar o que estava acontecendo. Virou um tumulto.

E foi justo nesse momento que o coordenador pedagógico chegou e avistou um cadáver embaixo da escada, piorou a situação. O que seria fácil de resolver complicou-se. Foi acionada a viatura da polícia, assim, foram tomados primeiros esclarecimentos das partes envolvidas sobre o ocorrido para registrar o boletim de ocorrência. Porém, não parou por aí. Todos os envolvidos tiveram que depor no tribunal.

E foram chamados pela ordem professor (P), funcionário (F), diretora (D) e aluno (A) e no final a peça chave do crime (E.M):

J: Mande entrar senhor José Aníbal de 42.

J: Promete falar a verdade somente a verdade?

P: Sim.

J: Começasse a falar tudo o que presenciou.

P: Eu estava na sala de aula, explicando a matéria e tirando as dúvidas de alguns alunos. Foi quando o aluno Romildo começou sentir-se mal. Logo chamei um funcionário que passava pelo corredor para conduzi-lo até a direção e que fossem tomadas as decisões cabíveis. Após o aluno ter saído da sala de aula, eu fechado a porta, e só ouviu os barulhos, porém não fui verificar e não permiti os demais alunos saírem da sala. Portanto senhor juiz é tudo o que sei.

J: Sem mais pergunta a fazer. Pode retirar-se.

J: Mande entrar o senhor Amadeu Carlindo dos Santos de 51 anos.

J: Promete falar a verdade somente a verdade?

F: Sim, senhor juiz.

J: Pediu começar o seu relato de forma coerente como ocorreu.

F: Senhor juiz, vou logo dizendo que não tenho culpa no caso, apenas estava conduzindo o aluno até a direção para que os seus pais fossem chamados para buscá-lo. Eu não empurrei o aluno da escada. Eu não empurrei o aluno da escada. Não estou tentando livrar-se das grades, mas é a verdade.

J: No final dou o veredito. Pode retirar-se.

J: Mande entrar a senhora Maria Joaquina de Assis de 60 anos

J: A senhora promete falar a verdade somente a verdade?

D: Sim, senhor juiz. Mas bem que dizem que a corda arrebenta do lado dos mais fracos.

Senhor juiz, tudo o que sei todos já falaram, mas prometo sim falar a verdade.

J: O que a senhora tem a dizer sobre o cadáver que foi encontrado embaixo da escada?

D: Senhor juiz não sei de nada, mas quem pode responder a essa pergunta é o coordenador, pois foi ele quem viu o cadáver primeiro. Sei que sou a diretora da escola, mas isso não passou pelo o meu conhecimento.

J: A senhora está dispensada.

J: Mande entrar o senhor Antônio José Inocente de 45 anos.

J: Promete falar a verdade somente a verdade?

C: Sim.

J: De acordo com o seu juramento comece relatar o que presenciou quando o senhor chegou à escola.

C: Está certo senhor juiz. É que quando cheguei à situação já estava pegando fogo é a única coisa que posso informar ao senhor. Além disso, e que fui eu quem chamou a polícia além de vir o cadáver primeiro. Mas se precisar de mim estou à disposição da justiça.

J: Como o senhor já se comprometeu em colaborar, nada mais a perguntar ao réu. Pode retirar-se.

J: Mande entrar o Jovem Romildo dos Santos de 17 anos.

J: Promete falar a verdade somente a verdade?

A: Sim.

J: Cuidado com o que vai falar jovenzinho. Tudo pode ser contra ou a seu favor. Comece a falar tudo o que aconteceu com você no dia da confusão na escola para que possamos chegar à conclusão dos fatos.

A: senhor juiz, eu tenho síndrome do pânico e desde o momento que acordei já não me sentia bem. Levantei fui ao banheiro, escovei os dentes, lavei o rosto, sai do banheiro, fui até a cozinha para tomar café, ouvi um barulho e abri a porta, mas não era nada, foi quando meu telefone tocou, ao atender percebi que estava atrasado para a aula. Ao chegar à escola não me sentia bem e a situação só foi piorando, até que o professor percebeu o meu estado e chamou um funcionário para me conduzir até a direção para que de lá fosse realizada uma ligação avisando aos meus pais que eu não estava bem e que viessem me buscar. Mas quando fui descendo os degraus avistei um corpo, me desequilibrei e cai. Mas posso dizer que tenho um pouco de culpa nisso.

J: Pode prosseguir com seu relato.

A: Então, num certo dia comentei um amigo que faz faculdade de medicina sobre a feira de ciência que haverá na escola e eu gostaria de algo sinistro para apresentar, por exemplo, uma múmia. Esse meu amigo falou que arrumaria, mas pensei que fosse de gesso e fiquei tranquilo. Mas nem passou pela minha cabeça que ele tivesse tanta coragem de cumprir o que prometeu. Só que ele foi além e pregou uma peça em todos nós escondendo embaixo da escada. Mas se o quiser lhe passo o endereço dele para que possa confirmar o que estou falando.

J: Isso é muito bom jovem você colaborar com a justiça. Passe-me o endereço rapaz que iremos imediatamente buscá-lo.

A: Bom, o nome dele é João José Pedro. Ele mora a Rua Jacinta Inácia, 13, Jardim dos Arrependidos. É aqui mesmo em Araraquara. Obrigado pela informação.

J: A sessão está suspensa por algumas horas para que os investigadores vão até a residência do estudante de medicina e assim, possamos prosseguir com o interrogatório.

Localizado o estudante, foi levado ao tribunal para que fosse interrogado conforme. Logo foi retomada a sessão.

J: Mande entrar o jovem João José Pedro de 24 anos.

J: O senhor promete falar a verdade, nada além da verdade?

E.M: Sim, prometo.

J: O senhor não acha que foi longe demais com sua brincadeira “mocinho”?

E.M: Senhor!

J: Ainda não lhe dei permissão para falar.

J: Por conta de irresponsabilidade, olha o tumulto que o seu formou. São se brinca com coisa séria. Você e seu amigo e os demais deveriam está em casa, mas por uma brincadeira, falta de maturidade e vindo de um futuro medico olha o que causou.

J: Senhor pegou esse cadáver? Responda-me agora.

E.M: Eu peguei escondido do laboratório da faculdade, mas eu ia devolver, mas os policiais levaram embora como prova de crime. Agora vou ter que pagar porque a faculdade descobriu que fui eu que peguei emprestado sem permissão.

J: O senhor não vai só pagar o valor monetário, mas também por todos os danos causados. O que tem a dizer sobre isso?

E.M: Eu sei que errei e peço perdão, mas não posso ir preso, tenho prova. Vou perder minhas aulas.

J: Que o senhor tivesse pensado antes de agir. Considere-se acusado. E como sentença receberá prisão no regime semiaberto por dois anos, mais pagamento de cesta básica a quatro orfanatos.

J: Mande entrar o jovem Romildo dos Santos para receber a sentença.

J: Pelo senhor ser mentor da ideia, receberá como sentença prestação de serviço voluntário nas escolas conscientizando os alunos sobre como ser bom aluno e fugir dos problemas, isso por seis meses. O que o senhor tem a dizer?

A: Sim senhor juiz eu mereci.

J: Dou por encerrado este julgamento.

domingo, 4 de novembro de 2012

As diferenças entre os gêneros de um texto

Geralmente estudamos sobre texto narrativo, onde o narrador conta os fatos que ocorrem na história, ou sobre diálogo que são conversas entre duas pessoas. Agora vejamos outros gêneros de textos e suas diferenças.

Crônica

Crônica é uma narrativa histórica que expõe os fatos seguindo uma ordem cronológica. A palavra crônica deriva do grego "chronos" que significa "tempo".

A característica mais relevante de uma crônica é o objetivo com que ela é escrita. Seu eixo temático é sempre em torno de uma realidade social, política ou cultural. Essa mesma realidade é avaliada pelo autor da crônica e uma opinião é gerada, quase sempre com um tom de protesto ou de argumentação. Esse tipo de crônica pode ser simplesmente argumentativo, e dispensar o uso da narração. É possível que elementos típicos do gênero como personagens, tempo, espaço se percam.

Os cronistas procuram descrever os eventos relatados na crônica de acordo com a sua própria visão crítica dos fatos, muitas vezes através de frases dirigidas ao leitor, como se estivesse estabelecendo um diálogo. Alguns tipos de crônicas são:

1- jornalística: o autor apresenta aspectos particulares de notícias ou fatos, pode ser policial, esportiva, política, etc.;

2- humorística: o autor faz graça com o cotidiano;

3-ensaio: o cronista ironicamente tece uma crítica ao que acontece nas relações e de poder;

4- filosófica: o autor faz reflexão a partir de um fato ou evento;

5- lírica: o autor relata com nostalgia e sentimentalismo.

Interrogativo

No texto interrogativo o autor relata o fato na ordem que aconteceu, citando os nomes dos envolvidos, endereços, horário do ocorrido.

Geralmente nos textos interrogatórios inicia-se a partir de uma “entrevista” para se tentar definir a culpa ou inocência da pessoa. Durante esse período, as pessoas tendem a se identificar e confiar em quem se parece com eles, e compartilham alguns dos interesses, até chegar ao assunto do crime. Onde por algumas vezes temos um final feliz e triste para uma das partes envolvidas.

Na maioria dos textos interrogatórios finalizam com o desfecho da história, onde o acusado é condenado.

Noticia de jornais

Todo texto de jornal é recheado noticia, as quais fazem parte do nosso cotidiano e são importantes para nos manter atualizados.

Noticia é um substantivo feminino e tem o significado de informação, conhecimento e notificação.

A noticia é composta por duas partes:

A manchete resume a notícia em poucas linhas e tem o objetivo de atrair o leitor.

O texto narra o fato dos acontecimentos em questão.

Quem escreve noticia deve ser um bom escritor, pois as palavras devem ter combinações que atraiam o leitor.

Conversa Telefônica

Em um texto de conversa telefônica são realizados diálogos, onde um pergunta e o outro responde.

Geralmente esse tipo de texto acontece na internet, porém sem fala, onde as pessoas interagem através dos textos.